Histórias de uma boneca de trapos que, por ter vivido em tantas peles, acabou por ficar sem nome.
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Bastou ver-me livre da emplastra para tudo voltar ao que era antes.
Acordei às 10h30 e fui tratar do meu cãozinho. Tomei um duche quente e fui fazer o almoço.
Cuscuz com margarina e 4 (sim, QUATRO) ovos classe M mexidos. Miei.
Fui trabalhar e por volta das 16h estava cheia de frio e já tinha fome física e resolvi lanchar. Comi 2 bolachas digestivas com chocolate e bebi um leite de morango.
Desci para a Conferência e deparei-me com um lanche, o qual não escapei sei um copo de sumo de laranja e uma miniatura de pastel de nata.
Cheguei a casa e esperei que o mano se fosse embora. Com a mãe fora até segunda-feira e livre da emplastra, dediquei-me ao que faço de melhor: comer para vomitar.
Cuscuz com margarina, 2 hambúrgueres de salmão, 1 pedacinho de queijo da ilha e 2 tigelas de leite magro com cereais (os tais que comprei no fim-de-semana).
Não estou muito bem. Não estou bem com os escoteiros. Ainda não decidi se é bullying ou moobying. Sei que me ignoram, que não me levam a sério e que se não fosse pelos miúdos e pelo feedback que os pais dão, eu já tinha saído dalí. O ano passado aguentei tudo muito bem porque a minha tribo era excelente...mas este ano... estou desmotivada. Já não vou às reuniões de chefia (se eles não querem saber o que penso não vale a pena ir), e esta semana vai ser o segundo fim-de-semana que vou faltar.
Aquela gente irrita-me e deprime-me e quero evitar ao máximo estar lá quando o Namorado não está.
Estive a planear a gala e o jantar de Natal, que seria este fim-de-semana. Já tinhamos tudo: espaço, temas, comida, etc. e na passada quarta-feira (eu não fui à reunião) e eles deitaram abaixo o evento e nem sequer me perguntaram nada (eu que era da equipa de organização), nem sequer me avisaram da mudança. Senti-me completamente posta de lado e adoptei a postura do "tou-me a cagar".
A M., chefe de Grupo, ligou-me hoje a saber se ia à reunião e no sábado e ficou toda chateada quando lhe disse que não. A minha reacção: tou-me a cagar.
Agora tem que ser assim...mais por mecanismo de defesa do que por outra coisa qualquer. Custou-me muito ter que arranjar tudo para o evento (sozinha, porque o resto da equipa nem sequer os mails lia - e essa foi outra faca que me espetaram: eu a perder tempo a escrever mails para programar e organizar coisas e descobri mais tarde que nem sequer leram, viram mas não leram) e eles terem acabado com tudo sem sequer me dizer alguma coisa. Ainda hoje estou à espera de uma justificação (bem posso esperar sentada).
Ainda por cima aqueles putos não têm piada nenhuma....que desmotivação gigante!!!!
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Desculpa, não li nada, apenas alguns posts antigos, mas este não li. Por isso irei comentar depois com calma. Já que calma, não está presente agora no meu sistema.
ResponderEliminarEm resposta ao teu comentário pago por cada consulta 4 euros e pouco (com adse). Só pago a psiquiatra, a psicologa era grátis. O que acontece é que ha mais doentes que psicologas e isto sempre foi complicado. Eu estive numa lista de espera para ter uma e nunca consegui, até ter sido internada e lá me conseguiram arranjar a minha psicologa. Amanha tenho de lhe tentar ligar para ver se ela me acolhe de novo.
Não se trata de ela me querer ou não, é de poder.
Expliquei-me mal no post e percebo a vossa indignação, mas hei welcome to Portugal e o sistema de saúde que vai ser pior do que actualmente é.
*
Eu percebo-te.
ResponderEliminarEstou a passar por algo parecido e que só me manda abaixo.. enfim, estás a tomar a atitude certa.
Não és siamesa de ninguém, não deves explicações a ninguém, se não queres ir ninguém tem nada que te apontar o dedo.
Eles que aprendam a respeitar as pessoas. Isso é os escoteiros, vocês não ensinam os miúdos a respeitar os outros?
Faltou consideração. Mas a Lisa tem razão, ninguem tem que apontar o dedo!
ResponderEliminaroi te achei de blog em blog
ResponderEliminarentendo como se sente, já pensou em sair de lá oficialmente?
bjos